Curso de redação científica

Extensão em Redação Científica: porque é preciso aprender sempre! Matrícula para 2017 pelo fone (11) 3805-0048
21ª Turma: início em 11 de março de 2017
Público-alvo
Destinado aos profissionais e pesquisadores das áreas de medicina, enfermagem, farmácia, biomedicina, educação física, nutrição, odontologia, psicologia, fisioterapia e demais profissionais e pesquisadores da saúde.
Objetivos

• Aperfeiçoar e atualizar os conhecimentos dos profissionais e pesquisadores nas técnicas de redação científica.
• Proporcionar conhecimentos específicos de redação científica com a finalidade de aumentar as publicações no âmbito qualitativo e quantitativo.
• Contribuir para o aperfeiçoamento da análise crítica da literatura científica que, consequentemente, aprimorará a criação e o desenvolvimento de normas de procedimentos na área da saúde, projetos de pesquisa clínica, pois o aprimoramento do saber científico evidentemente amplia a prática.

• Desenvolver habilidades em pesquisa para profissionais da área da saúde.
MAIS INFORMAÇÕES EM www.redacaocientifica.com.br
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EDUCAÇÃO CONTINUADA EM REDAÇÃO CIENTÍFICA, porque é preciso aprender sempre!

· Criação de texto científico
· Encontro com a originalidade
· Estação de consumo de texto científico
· Hora de estudar (prática dos métodos de estudo)
· Levantamento bibliográfico alinhado ao Tema
· Planejamento e redação de artigo original
· Processo de redação científica
· Redação de artigo de revisão sistemática
· Redação de artigos de revisão (tradicional, narrativa e integrativa)
· Revisão de texto científico (revisão simples, intermediária e profunda)
· Treinamento em redação científica
· Treinamento em redação científica (avançado)
· Treinamento para qualificação e defesa de dissertação e tese

Resultados rápidos, independente dos conhecimentos especializados!

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Coaching acadêmico

 Os resultados obtidos pelos candidatos aos cursos de redação científica são diferentes, uma vez que não se trata de um candidato participar ou não de grupos de pesquisa de excelência ou pesquisar de modo independente, mas de adquirir, desenvolver e praticar certos conhecimentos e habilidades, e conquistar outros ao longo do tempo. A história de Marina não foi diferente. Ela participou de nossos treinamentos, não tinha contato com docência, porém, participava da assistência e pesquisa.
  1. Marina (nome fictício) é uma profissional da área da saúde sem atividades relacionadas ao consumo de texto de modo sistemático nem com produção textual. Depois de narrar minuciosamente os motivos que a trouxeram ao nosso Centro de Treinamento, explicamos que é necessário certo tempo para que o candidato alcance resultados permanentes, apesar de diversas conquistas serem mais rápidas.
  2. Aqueles que buscam apenas soluções para sanar dificuldades imediatas com a tese e o artigo científico, que era o caso de Marina, normalmente não participam de qualquer programa personalizado em nosso Centro de Treinamento. De qualquer modo, auxiliamos a profissional, numa atividade que chamamos de “bombeiro”É evidente que ela apresentou resultados positivos.  
  3. Aprender, conhecer e praticar conceitos corretos, e as dezenas de técnicas de redação científica, métodos de estudo etc. oferecidos pelo nosso Centro de Treinamento proporcionam resultados satisfatórios, todavia, bloqueios, medos, dúvidas, inseguranças, práticas equivocadas, assimilação de conceitos com desvios, às vezes, mantidos por anos ou "adormecidos", levam algum tempo para serem superados.
  4. Utilizamos com Marina diversos métodos para acelerar seu rendimento, mas é apenas depois de adquirir o tão almejado título de doutor que alguns ingressam em programas especialmente preparados pela Equipe do nosso Centro de Treinamento para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das técnicas de redação científica. É a participação nos programas de treinamento e aperfeiçoamento pessoal que ajuda o pesquisador a desenvolver diversos outros saberes.
  5.  “Remédios não resolvem”, foi a resposta oferecida a Marina nas primeiras semanas, pois como ela, muitos profissionais da área da saúde costumam recorrer a medicamentos para ajudar a superar algumas dificuldades durante a preparação de tese e artigo científico, como insônia, falta de apetite, estresse, ansiedade... Com isso, queremos esclarecer diversas dúvidas de pesquisadores que nos consultam, por e-mail ou telefone, sobre consumo de medicamentos, porque “julgam” não serem capazes de ler um texto científico, por exemplo, sem dormirem (dormem durante a leitura). Não temos o hábito de indicar consulta médica para o consumo de remédios nem qualquer outra forma de terapia porque, nos Treinamentos, o candidato adquire técnicas para superar diversos obstáculos, sem remédios!
Para saber mais sobre os nossos treinamentos personalizados, entre em contato pelo telefone:

Rua Domingos de Morais, 2102 conj.34 Vila Mariana, São Paulo

Quais são os métodos de treinamentos em redação científica?

Publicado com autorização do Instituto de Redação Científica. 
Conheça os métodos e técnicas de treinamento mais utilizados em redação científica
Vamos expor como compreendemos, sem pressupor que entendemos tudo.

 Redação científica de fato ou ilusão com as "ferramentas on-line para redação científica"?
Comparado com os outros métodos de treinamentos, o Treinamento em Redação Científica de Pedro Reiz Centro de Treinamento e Formação é prático, rápido e facilmente assimilável. É muito bem recebido por pesquisadoras e pesquisadores de diferentes universidades e empresas em que tem sido ministrado.
Alguns métodos de treinamentos parecem ser oferecidos em extremos: de um lado estão os cursos ministrados por “especialistas nos cursos de redação científica internacional” ou nos "cursos de redação de artigos científicos em inglês" que acreditam no "treinamento certo", pois, para esses especialistas, os pesquisadores serão “capacitados”, ideia que em nosso Centro de Treinamento não adotamos. Também solicitam nível médio de língua inglesa e mantêm programas rígidos a ser encaixados na produção do pesquisador (artigo, projeto, TCC, relatório, dissertação, tese etc.).
O argumento de quem ministra esse tipo de curso é que, para valorizar a ciência no Brasil, deve-se publicar em língua inglesa. Esse argumento é enganoso, uma vez que não basta o artigo estar redigido em inglês para ser aceito e apreciado pelo corpo editorial dos periódicos internacionais. Outros critérios também estão em jogo. É óbvio que para publicação internacional, é necessário que o artigo esteja redigido na língua de publicação do periódico: inglês, espanhol, francês, alemão... Um exemplo: o fato de um pesquisador brasileiro falar e escrever em língua portuguesa significa que, por isso, produzirá artigos científicos em português e, portanto, os artigos serão aceitos em periódicos nacionais de relevância? Não, o domínio de uma língua não é resposta para a habilidade em redigir artigos científicos. Essa lógica é totalmente “sem pé nem cabeça” e só mostra o que ninguém ignora.
De outro lado, estão os treinamentos em redação científica ministrados pelos “partidários dos métodos estatísticos”. É evidente que há exceções, mas de maneira geral, de acordo com os conhecimentos estatísticos que possuem, alimentam a ideia de que, para a maior visibilidade do artigo ou da tese, deve-se ter foco no Método, mesmo que as demais partes do artigo ou da tese não estejam ajustadas.
Há ainda os defensores das "ferramentas on-line para redação científicae da "geração de papers em língua inglesa por softwares”. Infelizmente, neste momento, não é possível oferecer informações mais detalhadas sobre isso. Entretanto, pode-se encontrar comentários do prof. Pedro Reiz no Manual de técnicas de redação científica, 3ª ed. p.264.
De qualquer modo, é provável que você saiba o quanto é equivocado se basear em ferramentas computacionais para estruturar os conteúdos dos trabalhos ou "avaliar" paper em software. Conforme as informações armazenadas, o software poderá interpretar e identificar o que seriapercepção criativa como algo inadequado. Imagine, então, qual será a avaliação do software quando o Objetivo do estudo for identificar tendências nas pesquisas científicas? Porém, caso o propósito dos idealizadores do software seja evitar lutas com atividades intelectuais meramente repetitivas (gerenciamento de referências bibliográficas, por exemplo), ah, ok, nada mal, desde que os interessados sejam informados das limitações do software.
Insistimos nessa ideia porque é evidente que esses métodos são insuficientes e superficiais. No caso dos cursos praticados por “especialistas nos cursos de redação científica internacional ou de redação de artigos científicos em inglês”, ao final dos trabalhos, os participantes estão mais motivados a aperfeiçoar o inglês a praticar redação científica para publicação de artigos ou superar bloqueios com a “tela branca” para começar a escrever. 
Os livros publicados por alguns instrutores desses cursos são dogmáticos e tentam impor "modelos" de preparação dos trabalhos acadêmico-científicos, ao invés de deixar a livre escolha dos participantes, como salienta o prof. Pedro Reiz em seus treinamentos. 
Em nenhum desses cursos há uma visão mais moderna e vinculada às reais necessidades dos docentes e pesquisadores atuais (público-alvo), por isso, esses cursos não suprem lacunas ou dúvidas, tais como
·  Quais informações devo captar do artigo que estou lendo?
·    Dessas informações, como as introduzo na produção do meu artigo?
·   Será que há outros artigos relacionados ao propósito do meu projeto? O que faço para selecioná-los?
·    Como devo argumentar?
·    A argumentação será realizada em quais seções do meu artigo?
·    Como preparo as paráfrases?
·   Será que copiar o fragmento em inglês e traduzi-lo para o português é suficiente para não caracterizar plágio?
·    De que forma é possível detectar plágio?
· De todos esses artigos que selecionei, qual a melhor ordem de leitura?
·   Por que sou tão "bom de bancada", porém, não sei como desenvolver um artigo?
· Será que vou terminar meu doutorado sem conseguir publicar um artigo? 
·  Tenho muita experiência prática, mas como faço para passar meus conhecimentos para o papel?
·    Como superar os bloqueios com a "tela branca"?
· O que preciso melhorar como pesquisador?
· Seria importante atualizar-me na área e participar de cursos e treinamentos com mais frequência?
Entre tantas outras incertezas e inquietações.
Na perspectiva teórica, muito disso foi tratado no capítulo três deRedação científica moderna. Livro baseado na experiência do prof. Pedro, desde 2002, no atendimento aos pesquisadores adultos e com muita experiência prática, em especial da área da saúde. Na perspectiva prática, a 3ª edição do Manual de técnicas de redação científica está repleta de exemplos, técnicas, dicas e procedimentos preparados de maneira interativa com esquemas e figuras para melhor fixação do conteúdo.
Afora esses propósitos, o Treinamento em Redação Científica de Pedro Reiz Centro de Treinamento e Formação também contribui para transformar a pesquisa de investigadores científicos, iniciantes ou experientes, em texto científico (relatório, tese, projeto, artigo etc.) e ainda aperfeiçoa a redação científica de grupos de excelência.
Cuidar da instituição que contrata o treinamento e garantir que as necessidades dos participantes sejam atendidas - não só as do palestrante ou dos contratantes, - respeita as exigências de cada pesquisador individualmente, auxilia no êxito das publicações ou preparação de projetos, e contribui para o avanço da ciência no Brasil.

   Equipe do Instituto de Redação Científica



Observações: 
Acrescento à passagem

"Um exemplo: o fato de um pesquisador brasileiro falar e escrever em língua portuguesa significa que por isso produzirá artigos científicos em português e, portanto, os artigos serão aceitos em periódicos nacionais de relevância? Não, o domínio de uma língua não é resposta para a habilidade em redigir artigos científicos."

com destaque ao termo "resposta", que prefiro denominar como "critérios", alguns componentes, a saber:

1) Manter-se atualizado na área de atuação (participar de cursos e treinamentos em redação científica).
2) Aprimorar, conforme o caso, a busca de artigos em bases de dados bibliográficos.
3) Aprender ou aperfeiçoar as técnicas de Resumo e também de paráfrases para evitar plágios involuntários.
4) Aplicar o Método das 9 etapas (diferenciar o momento de "começar o trabalho" do momento de "começar a escrever").
5) Utilizar as técnicas de "Hierarquizar os achados" ou "Até o clímax" na seção da Discussão, de acordo com a natureza da pesquisa.
6) Administrar o tempo. 
7) Superar os bloqueios.
8) Conhecer, empregar e dominar as técnicas de redação científica.
9) Eliminar entulhos mentais, como as desculpas de "não ter tempo" para produzir artigos, porque nada acrescentam à vida pessoal, acadêmica e profissional.

Agradeço a todos. Um grande abraço, 
Pedro Reiz
28/02/2015

Treinamento em redação científica 2014

São Paulo, 4 de agosto de 2014.

Vagas encerradas
Estão abertas as matrículas para o Treinamento em Redação Científica em parceria com o Instituto de Redação Científica. Última turma em 2014. Início em 28/10.
Informações e matrículas em redação científica.


Atualizado em 29 de setembro de 2014.